Jaques Wagner diz que segue na liderança do governo no Senado após operação
Wagner: 'Acho que não vai me tirar' da liderança no Senado

O senador Jaques Wagner (PT-BA) declarou que continua à frente da liderança do governo no Senado, a menos que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decida removê-lo. A afirmação ocorre após Wagner ser alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira, em uma investigação sobre supostos benefícios recebidos do Banco Master.

Investigação da Polícia Federal

A operação da PF apura se Jaques Wagner teria facilitado interesses do Banco Master em troca de vantagens, entre elas um apartamento em Salvador e outros benefícios. O senador nega qualquer ato ilícito e afirmou que está cooperando com as autoridades. Segundo ele, a investigação não afeta seu trabalho no Congresso.

Posição de Jaques Wagner

Em entrevista, Wagner disse que conversou com o presidente Lula e que recebeu apoio para permanecer na função. “Acho que não vai me tirar”, afirmou, referindo-se à possibilidade de ser substituído. O senador também confirmou que mantém sua candidatura à reeleição, independentemente do desenrolar do caso.

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A Polícia Federal alega que Wagner teria usado sua influência política para beneficiar o Banco Master, que por sua vez teria fornecido vantagens indevidas. A defesa do parlamentar sustenta que todas as transações foram legais e que o apartamento foi adquirido com recursos próprios.

O caso gerou reações no meio político. Aliados de Wagner defendem sua inocência, enquanto a oposição pede seu afastamento da liderança. O governo, por enquanto, mantém o senador no cargo.

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