A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta uma nova onda de desconfianças, desta vez envolvendo sua relação com Daniel Vorcaro, dono do banco Master. As suspeitas se intensificaram após a divulgação de uma delação premiada e a apreensão de um celular que pode conter informações comprometedoras.
Relação com Vorcaro
Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro mantêm uma relação de longa data, que agora está sob escrutínio. Vorcaro é investigado por supostas irregularidades financeiras, e a proximidade com o senador levanta questionamentos sobre possíveis benefícios mútuos. A defesa de Flávio nega qualquer envolvimento ilícito, mas a oposição já pede uma investigação aprofundada.
Delação premiada
Um ex-assessor de Vorcaro firmou um acordo de delação premiada e teria mencionado o nome de Flávio Bolsonaro em seus depoimentos. Segundo fontes, o delator apontou que o senador teria recebido vantagens indevidas em troca de apoio político. A delação ainda está sob sigilo, mas vazamentos já causaram estragos na imagem do candidato.
Celular apreendido
Outro elemento que gera desconfiança é a apreensão de um celular de um assessor próximo a Flávio. O aparelho, que estava em posse de um ex-funcionário do gabinete, pode conter conversas e documentos que reforcem as suspeitas. A Polícia Federal analisa o conteúdo, mas ainda não há conclusões oficiais.
Diante desse cenário, a campanha de Flávio Bolsonaro tenta minimizar os impactos, classificando as denúncias como tentativas de desestabilização política. No entanto, analistas avaliam que o caso pode prejudicar sua candidatura, especialmente entre eleitores mais críticos à corrupção.



