Tuchel justifica substituições criticadas após virada histórica da Argentina
Tuchel justifica substituições após virada da Argentina

Após sofrer uma virada histórica na semifinal da Copa do Mundo, o técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, justificou suas criticadas substituições no segundo tempo como uma tentativa de solução contra os cruzamentos da Argentina. Ele reclamou da passividade da marcação do time, disse que não tem nenhum arrependimento das alterações e que é "muito fácil dizer que as substituições não foram boas quando o resultado não vem".

Desapontamento e análise da partida

— Estou desapontado, a gente estava muito perto, mas fomos muito passivos depois do gol. Tivemos chance e não conseguimos transformar em gols. A gente concedeu muitos cruzamentos, muitas chances e chutes. A gente estava perto, mas não conseguiu manter o nível depois que marcamos — explicou Tuchel, que defendeu suas escolhas.

— No momento nenhum arrependimento, a gente estava muito perto, com 1 a 0, fazendo nosso melhor jogo talvez, mas por algumas circunstâncias acabamos cedendo. Depois de abrir o placar no início do segundo tempo, a Inglaterra recuou muito e permitiu que a Argentina controlasse o jogo.

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Linha de cinco defensores e gol nos acréscimos

A Inglaterra terminou a partida com uma linha de cinco defensores, mas ainda assim não evitou que Lautaro Martinez fizesse o gol da vitória nos acréscimos em uma cabeçada dentro da pequena área.

— As substituições são para ajudar os jogadores. A gente decidiu ir para uma linha de cinco para evitar os cruzamentos, para fechar os espaços atrás. As substituições que fizemos antes não nos tornaram tão vulneráveis aos cruzamentos. Mas, enfim, a responsabilidade é do técnico — afirmou Tuchel, que criticou a passividade do time na marcação.

Compreensão das críticas e destaque à mentalidade

— É muito fácil dizer que as substituições não foram boas quando o resultado não vem. Ao final, Tuchel disse compreender as críticas, mas destacou as dificuldades enfrentadas pela Inglaterra ao longo do torneio.

— O melhor da Inglaterra foi a mentalidade, grupo muito forte, jogamos jogos como eram para ser jogados. Muitas viagens, altitude, jogo com 10 jogadores, sob calor. Chegamos muito perto hoje, e não é o momento de analisar ainda porque perdemos um jogo crucial.

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