Renata Silveira, primeira narradora de Copa no Brasil, enfrenta machismo
Renata Silveira: primeira narradora de Copa no Brasil enfrenta machismo

Renata Silveira, a primeira mulher a narrar uma Copa do Mundo no Brasil, está nos Estados Unidos para comandar quatro jogos da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Aos 36 anos, a narradora carioca enfrenta desafios diários de machismo e ódio nas redes sociais, mas mantém-se firme em sua carreira.

Superação e preconceito

Em entrevista, Renata destacou que, apesar dos avanços, ainda há muita resistência à presença feminina nas transmissões esportivas. "Duvidam da nossa capacidade. Recebemos mensagens de ódio, mas isso só nos fortalece", afirmou. Ela ressalta que o apoio às transmissões de futebol feminino é fundamental para a evolução do esporte.

Conciliação com a maternidade

Além da carreira, Renata concilia a vida profissional com a maternidade. Ela leva o filho para os jogos e conta com uma rede de apoio para conseguir realizar seu trabalho. "Ser mãe e narradora é desafiador, mas possível", disse.

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Renata também falou sobre a importância de investir no futebol feminino para que mais mulheres possam brilhar dentro e fora de campo. "Precisamos de mais oportunidades e visibilidade", concluiu.

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