A escritora Martha Medeiros utilizou suas redes sociais para criticar a polarização política que domina o debate público no Brasil. Em resposta a uma seguidora que voltou a acompanhá-la, a autora deixou claro que não pretende ficar em cima do muro e que ainda tem um lado, rejeitando a neutralidade em temas políticos.
O retorno da seguidora e a resposta da escritora
Uma seguidora identificada como Jane retornou a seguir Martha Medeiros após um período de afastamento. A escritora elogiou o retorno, mas fez questão de alertar Jane sobre sua postura firme em discussões políticas, especialmente com as eleições se aproximando. Segundo Medeiros, o engajamento cívico é fundamental e a busca por igualdade social deve ser uma prioridade, mesmo que isso desagrade parte de seus seguidores.
Crítica à polarização e defesa do posicionamento
Em seu texto, Martha Medeiros critica a polarização que tem tomado conta das redes sociais e da sociedade brasileira. Ela afirma que não vai ficar em cima do muro, pois ainda tem um lado. A escritora reafirma seu compromisso em tomar posição, rejeitando a neutralidade que, segundo ela, muitas vezes é usada como desculpa para não se envolver em questões importantes.
“Não vou ficar em cima do muro, ainda tenho um lado”, escreveu Medeiros, destacando que a neutralidade não é uma opção quando se trata de defender direitos e igualdade. Ela também ressaltou a importância de se posicionar, mesmo que isso signifique perder seguidores ou enfrentar críticas.
Engajamento cívico e igualdade social
A escritora enfatizou que o engajamento cívico é essencial para a democracia e que a igualdade social deve ser uma luta constante. Medeiros alertou que, com as eleições se aproximando, é ainda mais importante que as pessoas se informem e participem ativamente do processo político. Ela defendeu que a mudança social só é possível quando há posicionamento e ação.
Martha Medeiros concluiu sua resposta reafirmando que continuará a usar sua plataforma para defender suas convicções, independentemente das críticas. A escritora acredita que o papel do intelectual e do artista é justamente provocar reflexão e debate, e não se omitir diante dos problemas da sociedade.



