Sueco é julgado por forçar esposa a se prostituir com 120 homens
Sueco julgado por forçar esposa à prostituição

Um homem de 62 anos na Suécia aguarda sentença após ser acusado de forçar sua esposa a se prostituir com cerca de 120 homens ao longo de três anos. O julgamento, que ocorre em tribunal sueco, deve ter sua decisão anunciada nesta quarta-feira. A promotoria pede uma pena de dez anos de prisão por exploração sexual, estupro e lenocínio qualificado.

Detalhes do caso

De acordo com a acusação, o homem, cuja identidade não foi revelada, teria coagido a esposa a manter relações sexuais com diversos homens mediante pagamento. A vítima, que vivia sob constante medo e dependência financeira e emocional do marido, conseguiu denunciá-lo às autoridades após conseguir escapar do controle dele. Além das acusações de exploração sexual, ele também responde por agressão e ameaça.

Defesa nega acusações

A defesa do réu nega todas as acusações, alegando que as relações sexuais ocorreram de forma consensual e que não houve qualquer tipo de coação ou exploração. No entanto, a promotoria sustenta que as provas colhidas, incluindo depoimentos da vítima e testemunhas, são suficientes para comprovar a culpabilidade do acusado.

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Contexto e repercussão

O caso chocou a opinião pública na Suécia, país conhecido por suas leis rigorosas contra a exploração sexual. A promotoria destacou a gravidade dos crimes, que envolvem violência psicológica e física, além da violação da dignidade da vítima. A sentença, que será proferida nesta quarta-feira, é aguardada com expectativa por organizações de defesa dos direitos das mulheres.

O julgamento ocorre em meio a um debate mais amplo sobre a proteção de vítimas de violência doméstica e exploração sexual no país. Caso seja condenado, o homem poderá cumprir pena de até dez anos de prisão, além de pagar indenização à vítima.

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