Imprensa dos EUA critica acordo com Irã e diz que país sai fortalecido
Imprensa dos EUA critica acordo com Irã e diz que país sai fortalecido

Imprensa dos EUA critica inconsistências de acordo e diz que Irã sai fortalecido

A imprensa dos Estados Unidos tem sido dura nas críticas ao acordo recentemente fechado entre o governo Trump e o Irã. Diversos veículos apontam que o texto final contém falhas e brechas que permitem ao Irã continuar seu programa nuclear de forma velada, saindo fortalecido das negociações.

O jornal The New York Times, em editorial, classificou o acordo como "um passo perigoso" que não resolve as preocupações centrais da comunidade internacional. Para o periódico, o Irã conseguiu manter sua capacidade de enriquecimento de urânio em níveis próximos ao de uso militar, enquanto as sanções são aliviadas de forma significativa.

Já o Washington Post destacou que "as inconsistências são gritantes" e que o acordo foi costurado às pressas, sem a participação de aliados europeus e sem mecanismos robustos de verificação. A reportagem cita fontes do Departamento de Estado que admitem que o Irã terá mais recursos para financiar grupos extremistas no Oriente Médio.

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Vance adverte críticos: 'Trump é seu único aliado'

O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, saiu em defesa do acordo e fez duras críticas aos opositores. Em discurso nesta sexta-feira, ele afirmou que "Trump é o único aliado que Israel e os países do Golfo têm" e que criticar o acordo é fazer o jogo dos inimigos. Vance também disse que os que se opõem ao pacto "não entendem a arte da negociação" e que o acordo trará paz duradoura para a região.

As declarações de Vance geraram reações imediatas. O senador democrata Chuck Schumer chamou a fala de "irresponsável e desconectada da realidade", enquanto organizações judaicas americanas expressaram preocupação com a segurança de Israel.

Tiros causam correria na Times Square; suspeito é detido

Em meio à tensão diplomática, a cidade de Nova York foi palco de um incidente que causou pânico. Na noite de quinta-feira, disparos foram ouvidos na Times Square, levando multidões a correrem em desespero. A polícia local deteve um suspeito e investiga o caso. Felizmente, ninguém ficou ferido, mas o episódio reacendeu o debate sobre segurança em locais públicos.

As autoridades ainda não confirmam se o ataque tem relação com o clima político ou se foi um ato isolado. A prefeitura de Nova York reforçou o policiamento na região turística.

Congo: número de casos de Ebola sobe para 896

Na África, a República Democrática do Congo informou que o número de casos confirmados de Ebola subiu para 896, com 583 mortes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para a falta de vacinas e recursos no país. A situação é agravada pela instabilidade política e pelos confrontos armados no leste do Congo.

Organizações humanitárias pedem que a comunidade internacional intensifique o apoio logístico e financeiro para conter o surto, que já é o segundo maior já registrado no país.

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