El Niño mais forte custou US$ 5,7 tri; 2026 pode ser pior
El Niño mais forte custou US$ 5,7 tri; 2026 pode ser pior

Um dos fenômenos El Niño mais intensos já registrados causou um prejuízo estimado em US$ 5,7 trilhões à economia mundial, segundo estudo recente. Pesquisadores alertam que, com o agravamento das mudanças climáticas, 2026 pode enfrentar um evento ainda mais custoso.

Impacto global do El Niño

O El Niño de 2015-2016, considerado um dos mais fortes do século, gerou ondas de calor, secas severas e inundações em diversas regiões, afetando a produção agrícola, a infraestrutura e a saúde pública. O custo total, calculado por economistas, inclui perdas diretas e indiretas, como queda na produtividade e aumento de gastos com recuperação.

Projeções para 2026

De acordo com o estudo, as condições climáticas atuais, combinadas com o aquecimento global, podem intensificar os próximos eventos. “A tendência é que os El Niños se tornem mais frequentes e severos, elevando os custos econômicos”, afirma um dos autores. A previsão é que, se não houver mitigação, 2026 poderá superar os US$ 5,7 trilhões em danos.

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Setores mais afetados

Os setores agrícola e de energia são os mais vulneráveis. Durante o último El Niño, a produção de grãos caiu até 20% em países como Indonésia e Austrália, enquanto o Brasil enfrentou estiagem no Nordeste. Além disso, tempestades causaram prejuízos bilionários em seguros.

O estudo reforça a necessidade de investimentos em adaptação climática e sistemas de alerta precoce para reduzir os impactos futuros.

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