O Brasil fechou acordos para a entrada de mais dois países no Mercado Único de aviação na América do Sul. Os entendimentos foram firmados com Peru e Equador, ampliando o bloco que já inclui Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Com isso, o mercado integrado passa a contar com dez países, restando apenas Guiana, Suriname e Guiana Francesa de fora.
Detalhes dos acordos
Os acordos foram assinados durante a Reunião de Ministros de Transportes da América do Sul, realizada em Lima, no Peru. Pelo entendimento, as empresas aéreas dos países signatários poderão operar voos entre quaisquer destinos dentro do bloco sem restrições de frequência, capacidade ou tipo de aeronave. Também fica permitida a chamada "sétima liberdade do ar", que autoriza uma empresa a operar voos entre dois países estrangeiros sem passar pelo seu país de origem.
Impacto para o setor
A integração deve aumentar a concorrência e reduzir tarifas, além de facilitar a conectividade regional. Segundo o ministro de Portos e Aeroportos do Brasil, Silvio Costa Filho, "a ampliação do Mercado Único de aviação é um passo fundamental para o desenvolvimento do turismo e dos negócios na região, gerando mais empregos e renda". A expectativa é que o novo marco regulatório entre em vigor nos próximos meses, após a ratificação pelos congressos dos países envolvidos.



