O mercado financeiro brasileiro opera em ritmo intenso nesta segunda-feira, com o petróleo Brent despencando 9% para abaixo de US$ 90, após uma pausa no conflito com o Irã. O Ibovespa perde força e os investidores acompanham os balanços de TIM e Vivo. Na política, o Itamaraty convocou o embaixador da Argentina para transmitir repulsa pelas declarações do presidente Javier Milei. Enquanto isso, a fabricante de chips CXMT disparou 470% em sua estreia na bolsa de Xangai.
Petróleo e mercados globais
O barril do petróleo Brent registrou queda de 9%, cotado abaixo de US$ 90, impulsionado pela trégua no Oriente Médio. O movimento aliviou as tensões no mercado de commodities, mas gerou volatilidade nos setores de energia. A Petrobras aprovou Nozaki como novo diretor de Transição Energética, enquanto a Embraer elevou sua carteira de pedidos em 16% no segundo trimestre.
Política e diplomacia
O governo brasileiro convocou o embaixador argentino em Brasília para expressar repulsa às falas de Milei. Parlamentares do PT também acionaram a PGR contra o uso de inteligência artificial de Jair Bolsonaro na convenção do PL. Em paralelo, a Unidade Popular oficializou a candidatura de Samara Martins à Presidência, e o presidente Lula publicou um artigo no Washington Post afirmando que 'ninguém vai nos derrotar com base em mentiras'.
Empresas e tecnologia
A Positivo (POSI3) busca reduzir sua dependência do varejo com investimentos em serviços corporativos e IA. A Sanfarma projeta faturamento de R$ 150 milhões com parcerias da Disney e Turma da Mônica. Já a Smart Fit, segundo seu fundador, conseguiu neutralizar os efeitos do ano eleitoral e da Copa do Mundo com o programa TotalPass. No setor de chips, a CXMT disparou 470% em sua estreia em Xangai.
Investimentos e finanças pessoais
A Kinea alerta que a IA é um 'grande truque de mágica' e que o foco deve estar em chips. A Caixa distribuiu o lucro do FGTS, e o programa Move Brasil financia motos e bikes elétricas. A padronização dos registros de imóveis promete agilizar financiamentos. Enquanto isso, o mercado de seguros mostra que 85% dos moradores de favelas têm interesse, mas a renda limita o acesso.



