Inadimplência recorde persiste mesmo com Desenrola 2.0, aponta BC
Inadimplência recorde mesmo com Desenrola 2.0, aponta BC

Inadimplência em nível histórico

O Banco Central divulgou que a inadimplência de famílias e empresas no Brasil permanece em patamar recorde, apesar das renegociações promovidas pelo programa Desenrola 2.0. O indicador considera pagamentos em atraso de créditos como cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal e prestações de veículos e imóveis.

Impacto das renegociações

O Desenrola 2.0, lançado para facilitar a renegociação de dívidas, ainda não foi suficiente para reduzir a taxa de inadimplência. Segundo o BC, o volume de renegociações cresceu, mas o estoque de dívidas vencidas continua elevado. A instituição não divulgou números específicos, mas destacou que o patamar recorde reflete as dificuldades econômicas enfrentadas pelas famílias brasileiras.

Perspectivas econômicas

Especialistas apontam que a manutenção da inadimplência em alta está associada ao baixo crescimento da renda e ao alto endividamento das famílias. O BC reforça que, mesmo com a queda dos juros, a capacidade de pagamento dos consumidores ainda não se recuperou totalmente. A expectativa é que novos ciclos de renegociação e a melhora do mercado de trabalho possam aliviar a situação nos próximos meses.

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