Os Estados Unidos anunciarão novas tarifas para cerca de 60 países, incluindo o Brasil, nos próximos dias, conforme declarou Jamieson Greer, representante comercial do país. As taxas, que podem chegar a 12,5%, são parte de uma investigação iniciada em março sobre supostas falhas no combate ao trabalho forçado.
Detalhes das novas tarifas
Segundo Greer, as tarifas visam substituir as sobretaxas temporárias de 10% que foram derrubadas pela Suprema Corte dos EUA. Países como Canadá, União Europeia e México enfrentarão tarifas reduzidas de 10%, enquanto outras nações, incluindo o Brasil, poderão ser alvo de taxas mais elevadas.
Contexto e impacto
A decisão ocorre após meses de investigações conduzidas pelo governo Trump, que analisou se os países falharam em implementar medidas eficazes contra o trabalho forçado. A medida pode afetar significativamente as exportações brasileiras para os EUA, um dos principais parceiros comerciais do Brasil.
"Estamos comprometidos em proteger os direitos humanos e garantir que o comércio seja justo", afirmou Greer durante uma audiência no Senado. As novas tarifas deverão ser anunciadas oficialmente nos próximos dias, com implementação imediata.



