O governo brasileiro rechaçou a tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos, afirmando que Washington manipula um tema caro aos direitos humanos. A medida, que passa a valer hoje, atinge 99,4% das importações do país, segundo dados oficiais.
Reação do governo
Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores classificou a tarifa como 'injustificada' e 'desproporcional'. 'O Brasil não aceita ser tratado como alvo de medidas unilaterais que desrespeitam o comércio justo e os direitos humanos', disse o porta-voz do ministério.
Impacto econômico
A tarifa de 12,5% deve afetar setores como siderurgia e agronegócio. Especialistas estimam que as exportações brasileiras para os EUA podem cair até 15% no curto prazo. 'É um golpe duro para a indústria nacional', afirmou o economista Carlos Alberto.
Contexto internacional
A medida americana se insere em uma escalada de tensões comerciais globais. O governo brasileiro estuda recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e retaliar com tarifas sobre produtos americanos, como aviões e medicamentos.



