Ex-assessor do Fed condenado a 3 anos por mentir sobre China
Ex-assessor do Fed condenado a 3 anos por mentir sobre China

John Harold Rogers, ex-assessor do Federal Reserve (Fed), foi condenado a 38 meses de prisão pelo Tribunal Federal Elijah Barrett Prettyman, em Washington, por mentir em investigação sobre o compartilhamento de informações confidenciais com a China. A sentença, proferida em 15 de julho de 2026, gerou críticas da defesa, que considerou a pena severa.

Detalhes da condenação

Rogers foi acusado de fornecer dados sigilosos do Fed a agentes chineses, além de receber benefícios financeiros e cargos acadêmicos em universidades chinesas. Ele já cumpriu cerca de 18 meses de prisão, e a defesa solicitou que não houvesse tempo adicional além do já cumprido. No entanto, o juiz determinou que o período já detido será descontado da pena total.

Reações e contexto

Os advogados de defesa argumentaram que a sentença foi desproporcional, enquanto a acusação destacou a gravidade das mentiras de Rogers, que comprometeram a segurança nacional. O caso envolve alegações de espionagem econômica, com Rogers tendo acesso a informações sensíveis sobre a política monetária dos Estados Unidos.

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Segundo fontes do tribunal, Rogers mantinha contato com serviços de inteligência chineses e teria obtido vantagens pessoais em troca dos dados. A condenação ocorre em meio a tensões crescentes entre EUA e China sobre propriedade intelectual e segurança cibernética.

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