O taxista colombiano José Eduardo Chalá Franco foi condenado a 28 anos e 5 meses de prisão pelo atropelamento de 11 pessoas no bairro de Santa Rita, sul de Bogotá, em novembro de 2025. A sentença foi proferida pela Justiça colombiana após confirmação de que o motorista dirigia embriagado e em alta velocidade no momento do acidente.
Detalhes do crime
Segundo as investigações, Chalá Franco perdeu o controle do veículo e atingiu pedestres que estavam em uma calçada. Onze pessoas ficaram feridas, e um menor de idade, gravemente ferido, não resistiu e morreu posteriormente. Por isso, o taxista também foi acusado de homicídio qualificado.
O tribunal determinou ainda o pagamento de multa e a proibição de exercer funções públicas durante o período da pena. A decisão foi baseada em provas testemunhais e exames de alcoolemia que comprovaram o estado de embriaguez do condutor.
Repercussão e impacto
O caso gerou comoção na capital colombiana e reacendeu o debate sobre a fiscalização de motoristas de transporte público. Autoridades locais reforçaram a necessidade de campanhas educativas e punições mais severas para motoristas embriagados. A sentença de Chalá Franco é considerada exemplar por organizações de trânsito, que esperam que sirva de alerta para outros condutores.



