Leopardo invade loja na Índia, fere três e é capturado após 5 horas
Leopardo invade loja na Índia e fere três pessoas

Um leopardo invadiu uma loja de bebidas alcoólicas na cidade de Todaraisingh, no estado do Rajastão, Índia, na manhã de segunda-feira, 21 de julho de 2026. O animal atacou três pessoas, incluindo um funcionário do estabelecimento, antes de ser capturado após uma operação de resgate que durou cinco horas.

Invasão e ataque

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o felino entra na loja e ataca o funcionário Sanjay Gurjar. Gurjar conseguiu escapar e trancar o animal dentro do estabelecimento, evitando que o leopardo fugisse para as ruas movimentadas da cidade. As outras duas vítimas foram feridas antes da chegada do animal à loja, enquanto ele percorria a área urbana.

Operação de resgate

Equipes especializadas do Departamento Florestal e da Polícia local foram acionadas para capturar o leopardo. O animal foi localizado escondido atrás de prateleiras da loja e, após tentativas de sedação, foi imobilizado com dardos tranquilizantes. A operação envolveu cerca de 30 pessoas, incluindo veterinários e guardas florestais.

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"O leopardo estava muito estressado e agressivo, mas conseguimos sedá-lo sem maiores incidentes", afirmou o veterinário-chefe da equipe, Dr. Rajesh Sharma, em entrevista à imprensa local.

Destino do animal

Após a captura, o leopardo foi levado para um centro de reabilitação, onde passará por exames médicos completos. Segundo as autoridades, ele será devolvido à natureza em uma área de floresta distante da cidade, assim que sua saúde for considerada estável.

O incidente reacendeu o debate sobre o avanço urbano sobre habitats naturais. Especialistas apontam que a proximidade de áreas residenciais com colinas e florestas aumenta o risco de encontros entre humanos e animais selvagens. A cidade de Todaraisingh fica próxima a uma cadeia de colinas que serve de corredor ecológico para leopardos.

"É essencial que comunidades e governos adotem medidas de prevenção, como cercas e sistemas de alerta, para evitar que esses encontros terminem em tragédia", destacou a bióloga Anjali Mehta, da Universidade de Jaipur.

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