Equipes de resgate de pelo menos cinco países devem chegar à Venezuela nas próximas horas para reforçar as operações de busca e salvamento após os terremotos devastadores que atingiram o país. Estados Unidos, El Salvador, República Dominicana, França e México anunciaram o envio de socorristas, enquanto a Alemanha colocou aeronaves militares à disposição das operações.
Terremotos deixam 164 mortos e mobilizam ajuda global
Os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 que sacudiram a Venezuela nesta semana já causaram a morte de 164 pessoas, segundo balanço oficial. O número de feridos ainda não foi divulgado, mas autoridades temem que possa aumentar à medida que os escombros são revirados.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mobilizou assistência americana, incluindo equipes especializadas em resgate urbano. O governo de El Salvador também confirmou o envio de brigadistas, assim como a República Dominicana. A França enviará uma equipe de busca com cães farejadores, e o México disponibilizou sua brigada de resgate internacional, conhecida por atuar em desastres.
Alemanha e União Europeia oferecem suporte logístico
A Alemanha, por sua vez, colocou aeronaves militares à disposição para transporte de equipes e suprimentos. A União Europeia está coordenando os esforços emergenciais, com promessas de apoio da França, Alemanha e Itália. Além disso, Equador, China e outros países se prontificaram a auxiliar conforme necessário.
“Estamos profundamente solidários com o povo venezuelano neste momento difícil. A ajuda internacional está a caminho”, declarou um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.
Resgate corre contra o tempo
As equipes internacionais devem se integrar aos bombeiros e voluntários locais que já atuam nas áreas mais afetadas. A prioridade é localizar sobreviventes sob os escombros, especialmente nas regiões onde os tremores foram mais intensos. A Defesa Civil venezuelana informou que pelo menos 50 réplicas foram registradas, dificultando as operações.
Os governos estrangeiros também ofereceram suprimentos médicos, alimentos e água potável. A ONU e a Cruz Vermelha estão mobilizando recursos adicionais.



