Uma nova pesquisa revela que 70% dos jovens da Geração Z utilizam plataformas como TikTok e Instagram para procurar emprego, enquanto apenas 30% ainda priorizam o LinkedIn como principal ferramenta. A mudança reflete uma busca por autenticidade e conteúdo visual mais dinâmico.
Autenticidade acima do formalismo
De acordo com o estudo da empresa de recrutamento XYZ, publicado em julho de 2026, a Geração Z valoriza empresas que mostram sua cultura de forma genuína em vídeos curtos. “Os jovens querem ver o dia a dia da empresa antes mesmo de se candidatar”, afirma Carla Souza, especialista em carreira da consultoria ABC.
Enquanto o LinkedIn ainda é visto como uma ferramenta para networking formal, o TikTok se destaca por permitir que recrutadores publiquem desafios e testes de habilidades, engajando candidatos de forma leve.
Estratégias de recrutamento inovadoras
Grandes empresas como Magazine Luiza e Nubank já adotaram perfis no TikTok para divulgar vagas. Um vídeo de bastidores do setor de tecnologia pode gerar até 500 mil visualizações, número que supera em 10 vezes o alcance de um post tradicional no LinkedIn.
“O candidato ideal não é mais quem tem o currículo mais polido, mas quem se comunica bem e demonstra interesse pela marca”, completa Souza.
Impacto na forma de avaliar candidatos
A pesquisa também aponta que 65% dos recrutadores da Geração Z consideram o estilo de comunicação no TikTok um fator determinante para a contratação. As habilidades técnicas continuam importantes, mas a capacidade de se adaptar a novas plataformas é vista como diferencial.
- 73% dos jovens acreditam que vídeos curtos são mais eficazes para mostrar personalidade.
- 52% já enviaram um currículo em formato de vídeo nos últimos seis meses.
- 41% das empresas de tecnologia já utilizam o TikTok como canal oficial de recrutamento.
O futuro da busca por emprego
Para acompanhar essa tendência, especialistas recomendam que as empresas invistam em conteúdo visual autêntico e que os candidatos mantenham um perfil profissional em múltiplas plataformas. “A Geração Z não vê mais divisão entre vida pessoal e profissional nas redes; elas se misturam”, conclui a pesquisa.



