Monique Evans, 69, planeja minilifting facial sem anestesia geral
Monique Evans, 69, planeja minilifting facial sem anestesia geral

A apresentadora Monique Evans, de 69 anos, revelou que pretende se submeter a um minilifting facial, um procedimento estético menos invasivo que o lifting tradicional. A técnica é indicada para tratar os primeiros sinais de flacidez e preservar a harmonia natural do rosto, sem a necessidade de anestesia geral, o que era uma preocupação da artista.

O que é o minilifting?

O minilifting é uma cirurgia plástica focada em áreas específicas do rosto, como terço médio e mandíbula, com incisões menores e recuperação mais rápida. Diferente do lifting completo, que reposiciona toda a musculatura facial, o minilifting atua em pontos estratégicos, promovendo um resultado natural e sutil.

De acordo com cirurgiões plásticos, o procedimento é ideal para pacientes que apresentam flacidez inicial, sem excesso de pele significativo. “O minilifting é uma excelente opção para quem deseja um rejuvenescimento sem perder a identidade facial”, explica o Dr. Carlos Mendes, especialista em cirurgia estética.

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Vantagens e recuperação

Entre os benefícios estão a anestesia local com sedação, evitando os riscos da anestesia geral, e o tempo de recuperação reduzido. A maioria dos pacientes retorna às atividades normais em cerca de uma semana. No entanto, os resultados do minilifting são menos duradouros que os do lifting tradicional, com duração estimada de 5 a 7 anos, contra 10 a 15 anos do procedimento convencional.

Monique Evans destacou que o medo da anestesia geral foi um dos motivos para optar pela técnica menos invasiva. “Sempre tive receio, mas o minilifting me tranquilizou por ser mais seguro”, afirmou a apresentadora em entrevista.

Tendência de naturalidade

A escolha de Monique Evans reflete uma tendência crescente entre famosos e pacientes em geral: buscar procedimentos que respeitem o envelhecimento natural, sem exageros. O minilifting se alinha a essa filosofia, oferecendo correção pontual da flacidez sem alterar drasticamente os traços.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o número de miniliftings cresceu 30% nos últimos dois anos, impulsionado pela demanda por intervenções menos agressivas. “A busca é por um resultado harmônico, que não pareça ‘cirúrgico’”, complementa o Dr. Mendes.

Indicações e cuidados

O procedimento é contraindicado para pacientes com flacidez acentuada ou excesso de pele, casos em que o lifting completo é mais adequado. É fundamental realizar uma avaliação médica detalhada para definir a técnica ideal.

Monique Evans ainda não marcou a cirurgia, mas afirmou estar animada com a possibilidade. “Quero envelhecer com beleza e naturalidade, sem medo”, concluiu.

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