Borja Iglesias cumprimenta Trump com frieza após título mundial
Borja Iglesias cumprimenta Trump com frieza após título

O atacante espanhol Borja Iglesias, campeão mundial com a Espanha, cumpriu sua promessa de evitar contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a cerimônia de premiação da final da Copa do Mundo. Ao receber a medalha de campeão, Iglesias apertou rapidamente a mão de Trump, mal olhou para o presidente e seguiu adiante, em um gesto que reflete sua posição política contrária ao líder americano.

Declarações antes da final

Antes da partida decisiva contra a Argentina, no último domingo, Iglesias foi perguntado sobre a possibilidade de encontrar Trump durante a premiação. Em tom irônico, respondeu: “Não quero que me mandem à prisão (risos). Espero que passe muito rápido e eu me esqueça”. A declaração foi dada ao programa espanhol “La Revuelta”, em maio, quando o jogador já havia manifestado sua rejeição a Trump, afirmando que “gosta das pessoas que lutam pelo progresso e pela defesa dos valores fundamentais”.

Reação nas redes sociais e críticas aos preços

Horas antes da final, Iglesias usou as redes sociais para criticar o valor dos ingressos para a decisão, que chegaram a custar R$ 47 mil na revenda. Ele classificou a situação como “vergonha”. A insatisfação com os preços elevados ecoou entre torcedores e outros jogadores, mas não ofuscou a conquista esportiva da Espanha, que venceu a Argentina por 1 a 0.

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Participação do jogador na Copa

Borja Iglesias, atacante de 33 anos do Celta de Vigo, foi reserva durante toda a competição. Sua única participação em campo ocorreu nos minutos finais da vitória por 1 a 0 sobre Portugal, nas oitavas de final. Apesar do pouco tempo de jogo, ele integrou o elenco campeão mundial, que acumulou a maior sequência invicta da história do futebol de seleções. Na carreira pela seleção espanhola, Iglesias soma nove jogos, ainda sem marcar gols.

Vaia a Trump e confusão no apito final

Além do gesto de Iglesias, a premiação foi marcada por vaias direcionadas a Trump quando ele entrou no estádio para entregar as medalhas. O ambiente já estava tenso após o apito final, quando jogadores da Argentina e da Espanha se envolveram em uma briga generalizada. As imagens do confronto circularam rapidamente nas redes sociais. Apesar dos incidentes, a Espanha celebrou o título mundial, isolando-se como a seleção com a maior sequência invicta da história.

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