Mercedes-Benz Sprinter automática: teste do furgão 9G-Tronic
Mercedes-Benz Sprinter automática: teste do furgão 9G-Tronic

A Mercedes-Benz finalmente atendeu a um antigo pedido dos clientes e lançou no Brasil a Sprinter com câmbio automático. O Estradão avaliou a Sprinter Furgão Street 317 CDI Longo 10,5 m³, equipada com a transmissão automática 9G-Tronic de nove marchas, para entender como a novidade impacta a rotina de quem utiliza a van para entregas, logística urbana e transporte de cargas. A nova transmissão passa a ser um dos principais diferenciais do modelo, que pode ser conduzido com CNH categoria B e tem capacidade para transportar até 1.217 kg de carga útil.

Impressões ao volante

A grande mudança da Sprinter não está no visual nem na capacidade de carga, mas na experiência ao volante. Depois de anos de pedidos do mercado, a Mercedes-Benz finalmente trouxe ao Brasil a transmissão automática 9G-Tronic de nove marchas, colocando a Sprinter ao lado da Ford Transit entre as poucas vans do segmento a oferecer esse tipo de conjunto.

No teste, ficou evidente que o maior benefício aparece justamente no uso para o qual esse veículo foi desenvolvido: o trabalho diário. Para quem passa horas enfrentando o trânsito das grandes cidades, marcado pelo constante “para e anda”, eliminar a necessidade de acionar a embreagem torna a condução muito mais confortável ao longo da jornada. Essa foi, sem dúvida, a principal impressão deixada pela nova transmissão.

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Assistente de descida e segurança

Outro recurso que merece destaque é o assistente de descida em rampa. O sistema controla automaticamente a velocidade da van em trechos inclinados, reduzindo a necessidade de dosar o freio durante toda a descida. Considerando que a Sprinter pode rodar carregada, trata-se de um equipamento que transmite mais segurança ao motorista nas operações do dia a dia.

A versão avaliada mantém o motor 2.0 turbodiesel de 170 cv e 400 Nm de torque, além de 10,5 m³ de volume de carga e capacidade para transportar até 1.217 kg. Com Peso Bruto Total (PBT) de 3.500 kg, ela também pode ser conduzida por motoristas habilitados na categoria B.

Conclusão do teste

Ao final do teste, a impressão é de que a transmissão automática não muda a essência da Sprinter, mas torna o trabalho menos cansativo para quem passa o dia dirigindo. Para empresas e profissionais que utilizam a van diariamente, esse ganho de conforto tende a ser justamente o principal argumento para optar pela nova versão.

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