BDRs ganham espaço na Bolsa como acesso a ETFs estrangeiros
BDRs ganham espaço como via para ETFs estrangeiros

Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) vêm ganhando espaço na Bolsa brasileira como uma via eficiente para acessar ETFs estrangeiros. Esses instrumentos permitem que investidores locais invistam em fundos negociados no exterior sem precisar abrir conta em corretoras internacionais.

Como funcionam os BDRs de ETFs

Os BDRs de ETFs são certificados que representam cotas de fundos listados em bolsas estrangeiras, como a Nyse ou a Nasdaq. Eles são emitidos por instituições depositárias no Brasil e lastreados nos ativos originais. Com isso, o investidor brasileiro pode diversificar sua carteira com exposição a mercados como o americano, europeu ou asiático.

Segundo especialistas, a popularidade dos BDRs de ETFs cresceu nos últimos meses, impulsionada pela busca por proteção cambial e acesso a setores inovadores. A regulamentação da CVM facilitou o registro desses produtos, ampliando a oferta na B3.

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Vantagens para o investidor

Entre as principais vantagens estão a praticidade, a redução de custos com câmbio e a possibilidade de investir em moeda forte. Além disso, os BDRs de ETFs têm maior liquidez do que a compra direta de ações estrangeiras via BDRs comuns.

Atualmente, já existem mais de 50 BDRs de ETFs disponíveis na B3, cobrindo índices como S&P 500, Nasdaq, Euro Stoxx e até mesmo setores específicos, como tecnologia e saúde. Isso representa uma fatia significativa do mercado de renda variável doméstico.

Para quem busca diversificação global, os BDRs de ETFs se mostram uma solução prática e acessível, sem a complexidade de investir diretamente no exterior.

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