A Azul (AZUL3) realizou nesta quinta-feira (9) sua relistagem na New York Stock Exchange (NYSE), em um movimento que simboliza o início de uma nova etapa da companhia após a conclusão de seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos. A empresa participou da tradicional cerimônia de abertura do pregão da bolsa norte-americana, conhecida como ring the bell, reunindo executivos e tripulantes em Nova York.
Volta à principal bolsa do mundo
Segundo a companhia, a volta à principal bolsa de valores do mundo reforça sua estratégia de crescimento sustentável após a reorganização financeira. O CEO da Azul, John Rodgerson, afirmou que a cerimônia simboliza o início de um novo capítulo para a companhia, que emerge da reestruturação com uma estrutura de capital simplificada e melhores condições para gerar valor no longo prazo. Rodgerson também destacou que a presença na bolsa americana amplia a visibilidade da empresa junto aos investidores internacionais e reforça a confiança no futuro da companhia.
Ações negociadas na B3 e na NYSE
As ações da Azul continuam sendo negociadas normalmente na B3 sob o ticker (AZUL3), enquanto seus American Depositary Shares (ADSs) passam a ser negociados na NYSE sob o código AZUL. Às 11h37 (horário de Brasília), as ações subiam 4,70%, a US$ 9,14, na NYSE.
Estratégia de crescimento sustentável
A relistagem ocorre após a conclusão do processo de reestruturação conduzido sob o Chapter 11 da legislação americana. A Azul apontou que, após o processo, está focada em uma estratégia de crescimento sustentável, com investimentos na frota, expansão da oferta de produtos, melhorias na experiência dos clientes e fortalecimento de sua atuação nos mercados doméstico e internacional. A companhia aérea opera mais de 800 voos diários para 137 destinos e conta com uma frota de cerca de 180 aeronaves e mais de 14 mil tripulantes.



