As seleções que disputam a Copa do Mundo 2026 estão levando um número impressionante de camisas de jogo para o torneio. De acordo com informações divulgadas, cada equipe pode carregar entre 500 e 1.000 camisas, mas essas peças não são reaproveitadas. Cada jogador usa uma camisa nova por partida, o que gera um grande volume de uniformes.
Uso único e descarte
Após os jogos, as camisas podem ser trocadas entre os atletas, guardadas como lembrança ou doadas para instituições de caridade. No entanto, elas não são reutilizadas em partidas futuras. Essa prática faz com que as camisas usadas em jogos históricos se tornem itens de colecionador de alto valor.
Valor de mercado milionário
O mercado de camisas de jogo usadas em Copas do Mundo pode atingir valores astronômicos. Um exemplo icônico é a camisa usada por Diego Maradona no jogo lendário entre Argentina e Inglaterra, em 1986, que foi arrematada por impressionantes US$ 9,3 milhões em um leilão. Esse valor reflete a raridade e a importância histórica das peças.
Para a Copa de 2026, as seleções estão se preparando com logística especial para garantir que cada jogador tenha uniformes novos em cada partida. A quantidade de camisas varia de acordo com o tamanho da delegação e as necessidades técnicas, mas a média fica entre 500 e 1.000 unidades por seleção.
Além das camisas de jogo, as equipes também levam uniformes de treino e outras peças de vestuário, mas são as camisas usadas nas partidas que despertam maior interesse de colecionadores e fãs. O valor de uma camisa pode aumentar significativamente se o jogador for uma estrela ou se o jogo tiver sido decisivo.



