Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da seleção brasileira de futebol, recebeu alta da unidade semi-intensiva do Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde trata uma infecção pulmonar. Apesar da melhora clínica, o treinador de 83 anos segue traqueostomizado e completa mais de 40 dias de internação.
Quadro clínico detalhado
De acordo com o boletim médico divulgado pelo hospital, Parreira permanece lúcido e com função renal estabilizada. Ele também enfrenta um quadro de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que atinge o sistema linfático, mas os médicos não informaram a relação direta com a infecção pulmonar atual.
Histórico de complicações
Parreira foi submetido a um procedimento cirúrgico para a traqueostomia, necessário para auxiliar na respiração durante o tratamento da infecção. O ex-técnico, que comandou a seleção brasileira na conquista do tetracampeonato mundial em 1994, segue em acompanhamento médico intensivo, mesmo fora da unidade semi-intensiva.
Reações e expectativas
A família de Parreira agradeceu o apoio recebido e pediu privacidade neste momento. A Federação Brasileira de Futebol (CBF) e diversos jogadores e técnicos manifestaram solidariedade nas redes sociais. A previsão é que o ex-treinador permaneça hospitalizado por mais algumas semanas, até que possa respirar sem auxílio do traqueostomo e esteja completamente livre da infecção.
Contexto da saúde
O linfoma de Hodgkin foi diagnosticado em Parreira há alguns anos, e ele já passou por sessões de quimioterapia. A infecção pulmonar, no entanto, representa um novo desafio, especialmente pela idade avançada. A equipe médica mantém otimismo, mas ressalta que o quadro exige cuidados contínuos.



