Aos 39 anos, em uma semifinal de Copa do Mundo, Lionel Messi protagonizou mais uma atuação que desafia as leis da biologia e do esporte. Na partida contra a Inglaterra, válida pela semifinal da Copa do Mundo 2026, o camisa 10 argentino deu duas assistências nos acréscimos do segundo tempo para garantir a virada por 2 a 1. O primeiro gol saiu aos 40 minutos, com Enzo Fernández; o segundo, aos 46, com Lautaro Martínez. A atuação levanta a hipótese, cada vez mais comentada, de que Messi seja imortal.
O jogo: primeiro tempo medonho e reação heroica
A Argentina teve um primeiro tempo abaixo da média, com dificuldades para criar jogadas e dominar a posse de bola. A Inglaterra, sob o comando de Thomas Tuchel, controlava as ações. No segundo tempo, a equipe inglesa abriu o placar com Gordon, em um gol que parecia definir o rumo da partida. No entanto, a Argentina mostrou resiliência. Messi, que já havia passado por apuros contra Cabo Verde, Egito e Suíça, liderou a reação.
Messi: o maestro da virada
Com passes precisos e movimentação constante, Messi encontrou espaços na defesa inglesa. Aos 40 minutos, deu assistência para Enzo Fernández empatar. Aos 46, cruzou para Lautaro Martínez marcar o gol da virada. O jogador ainda apareceu na intermediária para ajudar na marcação, sofreu falta de Bellingham e se teletransportou para a ponta esquerda, consumindo o tempo restante. A atuação reforça a crença de que Messi é capaz de feitos sobre-humanos.
A Inglaterra: recuo e tragédia
Para o comentarista, a Inglaterra ajudou na própria derrota. “Mais de 150 anos depois de ter inventado o futebol, pareceu não ter entendido nada”, afirmou. O recuo da equipe, patrocinado pelo técnico Thomas Tuchel, foi um convite para a tragédia. A Argentina foi ao ataque, cercou a área, cruzou bolas e acertou a trave. Farejou o medo do adversário e o abateu. Foi a vitória da coragem contra a fraqueza.
Impacto para a final contra a Espanha
A Argentina enfrentará a Espanha na final, uma equipe considerada superior. No entanto, a postura inimitável da equipe argentina, intrinsecamente ligada a Messi, pode ser sua fortaleza. Correr por Messi vale a pena, pois ele pode reconhecer o esforço com um estalo de gênio. Se esta for a última Copa do Mundo de Messi, a Argentina nunca mais será a mesma após sua despedida.



