Lautaro Martínez chora ao falar do gol da classificação na Copa
Lautaro Martínez chora ao falar do gol da classificação

Lautaro Martínez perdeu a posição de titular na seleção argentina ao longo da Copa do Mundo, mas jamais perdeu o espírito de luta e a dedicação de lutar sempre pelo melhor da equipe nacional. Entrando no decorrer dos jogos e sempre deixando sua marca, mais uma vez foi decisivo. Após garantir a equipe na final diante da Espanha, ao definir os 2 a 1 sobre a Inglaterra, não segurou as lágrimas, ressaltou a importância da família e revelou o sonho do gol da classificação.

Atuação decisiva na semifinal

O atacante da Inter de Milão já havia fechado o placar nos 3 a 1 diante da Suíça, nas quartas de final, com gol na prorrogação. Agora, aos 46 minutos do segundo tempo, anotou o gol da virada para decretar nova vitória sofrida da Argentina, que busca o tetracampeonato e defenderá o título conquistado em 2022.

Emoção e homenagem à família

“É muito forte isso”, disse Lautaro Martínez, sobre a festa da torcida, sem segurar as lágrimas e extremamente emocionado. Precisou respirar fundo para continuar o discurso. “Desde a primeira vez que meus pais me deram um par de chuteiras, sempre sonhei com a seleção”, seguiu, mais uma vez precisando parar para tomar fôlego.

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Um dos heróis da semifinal, o atacante exaltou a força da equipe e o apoio de seus familiares para jamais desistir de lutar. “É uma loucura essa equipe”, afirmou. “Minha mãe sempre foi torcedora do Racing e jamais deixou de me oferecer tudo pelo futebol. Esse gol vale mais que uma final, ver meus filhos aqui, que mudaram minha vida. Desfruto de tudo isso, de meus filhos, hoje sou um homem que desfruta a vida”, seguiu.

Sonho realizado e análise da partida

Por fim, revelou papo com Alexis Mac Allister e com Facundo Medina de que sonhou em ser decisivo. “Sonhei com o gol, falei com Alexis e com Facundo Medina que ia entrar e íamos ganhar com meu gol”, destacou. “Essa equipe está mostrando do que é feita”, falou, antes de fazer uma análise da virada. “Eles (ingleses) pressionaram por 60 minutos, cansaram, não chegaram mais, se meteram atrás e nos proporcionaram ter a bola para trabalhar e fazer os gols. Depois de três anos e meio estamos de novo na final da Copa do Mundo.”

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