A poucos momentos da estreia na Copa do Mundo de 2026, o Irã ameaçou abandonar partidas caso ocorram protestos políticos nos estádios. O governo iraniano comunicou à Fifa que a seleção deixará o gramado se slogans ou bandeiras oposicionistas forem exibidos, elevando a tensão entre política e futebol.
Contexto da ameaça iraniana
O Irã, que está no Grupo B ao lado de Inglaterra, Estados Unidos e Escócia, realizou seu primeiro treino na base da Copa do Mundo no México sob forte esquema de segurança. A medida reflete a preocupação do regime com possíveis manifestações políticas durante os jogos, especialmente após os protestos que ocorreram no país nos últimos anos.
Posição da Fifa
A Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre a ameaça iraniana. No entanto, a entidade máxima do futebol tem histórico de evitar envolvimento político, priorizando a realização dos jogos dentro do campo. Especialistas apontam que a atitude do Irã pode gerar sanções ou até mesmo a exclusão da competição.
Repercussão internacional
A comunidade internacional acompanha com atenção o desenrolar dos fatos. Organizações de direitos humanos criticaram a postura do Irã, afirmando que a liberdade de expressão deve ser garantida mesmo em eventos esportivos. Jogadores e torcedores iranianos no exílio também se manifestaram, pedindo que a Fifa tome medidas para proteger os direitos dos manifestantes.
Impacto nos jogos
Caso o Irã abandone uma partida, as consequências podem ser graves. A Fifa pode considerar a seleção como perdedora por W.O., além de aplicar multas e suspensões. A situação também coloca em risco a participação do Irã nas próximas fases do torneio. Enquanto isso, a seleção iraniana segue treinando, mas sob um clima de incerteza política.



