O confronto entre Inglaterra e Noruega pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 coloca em destaque não apenas o futebol, mas também a presença das famílias reais. O príncipe William, conhecido por seu apoio à seleção inglesa, contrasta com a família real norueguesa, que ampliou seu apoio à equipe em uma campanha histórica. A participação real não é exclusiva: reis e rainhas também apoiaram seleções nos Países Baixos, Bélgica, Jordânia e Japão, mostrando como o futebol une nações e realeza.
Príncipe William e a tradição inglesa
O príncipe William, herdeiro do trono britânico, é um torcedor declarado da seleção inglesa. Sua presença nos jogos da Inglaterra é frequente, e ele já foi visto vibrando com gols e cumprimentando jogadores. Para muitos, sua paixão pelo futebol reflete uma tradição que conecta a realeza ao esporte mais popular do país.
Família real norueguesa em peso
Do outro lado, a Noruega conta com o apoio de sua família real. O príncipe Magnus e a princesa Ingrid Alexandra foram fotografados durante as partidas, demonstrando entusiasmo. A campanha norueguesa, que superou expectativas, mobilizou a realeza de forma inédita, com membros viajando para acompanhar a equipe em diferentes estádios.
Outras monarquias no Mundial
Além de Inglaterra e Noruega, outras monarquias também marcaram presença na Copa. O rei dos Países Baixos, Willem-Alexander, e a rainha Máxima estiveram em jogos da seleção holandesa. Na Bélgica, o rei Philippe e a rainha Mathilde apoiaram os Diabos Vermelhos. A Jordânia viu o rei Abdullah II torcer pela seleção local, enquanto o Japão contou com a presença do imperador Naruhito e da imperatriz Masako em algumas partidas.
Futebol como unificador
A presença real no Mundial de 2026 reforça o poder do futebol como elemento de união nacional. Para os países com monarquia, ver seus soberanos torcendo ao lado dos cidadãos cria um simbolismo forte. A Copa do Mundo, assim, não é apenas um torneio esportivo, mas também um palco para a realeza se conectar com o povo.



