Amantes da seleção brasileira, haitianos anseiam por reencontro com a 'segunda paixão' na Copa do Mundo 2026. Imigrantes do Haiti que vivem nos EUA alternam torcidas no Mundial, mas torcem por 'zebra' no jogo de logo mais.
História de amor com o Brasil
Jefna Georges deixou Porto Príncipe em 1988 e hoje é dona de um comércio na Filadélfia. Como muitos haitianos, ela nutre uma paixão especial pela seleção brasileira, considerada o 'segundo time' após o próprio Haiti. Essa conexão foi fortalecida após o 'Jogo da Paz' de 2004, quando as duas seleções se enfrentaram em um amistoso histórico.
Diáspora haitiana nos EUA
Embora o Haiti participe da Copa do Mundo deste ano, muitos haitianos foram impedidos de viajar devido a restrições de vistos. A diáspora haitiana nos EUA mantém viva a conexão com o Brasil, enquanto celebra a presença do Haiti no Mundial como símbolo de resiliência. Para eles, torcer pelo Brasil é uma forma de homenagear a amizade entre os dois países.
O jogo entre Brasil e Haiti é aguardado com grande expectativa. Os haitianos esperam um reencontro emocionante e, quem sabe, uma 'zebra' que surpreenda o mundo. Independentemente do resultado, a paixão pela seleção brasileira permanece intacta entre os imigrantes.



