Na conquista da Copa do Mundo de 2026, a Espanha mostrou que um elenco forte vai além dos titulares. Os reservas foram peças-chave na campanha vitoriosa, com destaque para Mikel Merino e Ferran Torres, que saíram do banco para decidir partidas cruciais.
Merino: herói nas oitavas e quartas
Mikel Merino entrou no segundo tempo das oitavas de final contra Portugal e marcou o gol da vitória por 2 a 1. Nas quartas, diante da Bélgica, repetiu o feito: saiu do banco e fez o gol da classificação nos minutos finais, garantindo o 1 a 0. O meia do Newcastle foi fundamental para manter a Espanha viva no torneio.
Ferran Torres decide a final
Na final contra a Argentina, Ferran Torres começou no banco e entrou no lugar de Nico Williams. Aos 30 minutos do segundo tempo, recebeu passe de Pedri e finalizou cruzado para marcar o gol do título espanhol. Foi o terceiro gol de Ferran no torneio, todos saindo do banco.
Estratégia de De la Fuente
O técnico Luis de la Fuente apostou em um banco de reservas com características distintas, como velocidade com Nico Williams e criatividade com Pedri. Segundo ele, “a profundidade do elenco foi essencial para superar adversários fortes como Argentina e França”. A Espanha terminou a competição com 7 vitórias em 7 jogos, mostrando solidez tática.
Com o título, a Espanha iguala a França com três Copas do Mundo (2010, 2022 e 2026) e se consolida como potência do futebol mundial.



