A Casa Branca voltou a defender a interferência no caso do atacante Folarin Balogun durante a Copa do Mundo de 2026. A declaração ocorre dias depois de o presidente Donald Trump admitir que telefonou ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, para tratar do assunto.
Declaração oficial
Em comunicado, a porta-voz da Casa Branca afirmou: “Era nosso dever garantir que um jogador americano pudesse representar seu país. A Fifa agiu corretamente ao liberar Balogun.” A declaração reforça a posição do governo americano, que já havia sinalizado apoio ao atleta.
Antecedentes do caso
Balogun, nascido nos Estados Unidos, mas com ascendência nigeriana, foi alvo de uma disputa de elegibilidade entre as duas federações. A Fifa inicialmente vetou sua participação, mas após pressão diplomática dos EUA, liberou o jogador para a Copa. Trump confirmou em entrevista que ligou para Infantino: “Eu disse a ele que era uma injustiça. Balogun queria jogar pelos EUA.”
Reações e impacto
A interferência gerou críticas de especialistas em direito esportivo, que apontam violação da independência da Fifa. No entanto, a torcida americana comemorou a decisão. Balogun foi titular na estreia contra a Bélgica, marcando um gol na vitória por 2 a 1. O caso reacende o debate sobre influência política no futebol.



