Petrobras cai com petróleo, Embraer bate recorde; WEG e seguradoras se movimentam
Petrobras cai, Embraer recorde, WEG sobe, seguradoras caem

O mercado financeiro brasileiro teve um dia de movimentos contrastantes nesta segunda-feira, com a forte baixa do petróleo pressionando ações do setor, enquanto notícias corporativas positivas impulsionaram papéis como Embraer e WEG. O segmento de seguros também foi destaque, com rebaixamentos do Morgan Stanley derrubando as ações de BB Seguridade, Caixa Seguridade e Porto Seguro.

Petróleo em queda derruba Petrobras e outras petroleiras

As ações da Petrobras, PRIO e PetroRecôncavo foram destaque de queda com a forte baixa do petróleo no mercado internacional. Apesar do cenário adverso, a Petrobras divulgou cinco motivos para otimismo, mas o mercado focou no movimento negativo do petróleo. O Goldman Sachs também cortou a recomendação das ações da Vale (VALE3) para neutro, citando poucos gatilhos no curto prazo, o que pressionou ainda mais o Ibovespa.

Embraer atinge recorde na carteira de pedidos

Embraer subiu após anunciar que sua carteira de pedidos bateu recorde. A fabricante de aeronaves vê espaço para mais crescimentos, segundo analistas. O papel foi um dos destaques positivos do dia, em contraste com o setor de petróleo.

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WEG recebe dupla elevação e ações disparam

A WEG recebeu uma dupla elevação de recomendação para compra, com analistas citando uma “nova fase de crescimento”. As ações saltaram, impulsionando o setor industrial. A empresa é vista como uma das principais beneficiárias de investimentos em infraestrutura e energia limpa.

Seguradoras recuam com rebaixamento do Morgan Stanley

O Morgan Stanley rebaixou as ações de BB Seguridade, Caixa Seguridade e Porto Seguro, levando a uma queda generalizada no setor. Os analistas apontam desafios de crescimento e margens pressionadas. As ações fecharam em baixa, refletindo a revisão negativa.

FIDCs se aproximam de R$ 1 trilhão e gestores veem espaço para crescer

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) estão perto de atingir R$ 1 trilhão em patrimônio líquido. Gestores do setor afirmam que há muito espaço para crescimento, impulsionado pela demanda por crédito privado e pela busca de rendimento em um ambiente de juros elevados.

BBA vê crédito forte da Caixa e reforça aposta em construtoras populares

O BBA destacou o crédito forte da Caixa Econômica Federal e reforçou sua aposta em construtoras populares. A análise aponta que o banco estatal deve continuar a impulsionar o financiamento habitacional, beneficiando empresas do setor de baixa renda.

Impulso fiscal mais que dobra e pressiona inflação e Selic, aponta FGV

De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o impulso fiscal mais que dobrou nos últimos três meses, pressionando a inflação e a taxa Selic. O alerta acendeu preocupações sobre a sustentabilidade fiscal e o impacto na política monetária, com o mercado monitorando os próximos passos do Banco Central.

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