Petróleo, EUA, dividendos: veja os melhores e piores ativos do 1º semestre
Petróleo, EUA, dividendos: melhores e piores ativos do semestre

O primeiro semestre de 2026 foi marcado por fortes oscilações nos mercados financeiros globais. Enquanto o petróleo disparou impulsionado por tensões geopolíticas, as bolsas americanas enfrentaram volatilidade com dados de emprego abaixo do esperado. No Brasil, os investidores acompanharam de perto o pagamento de dividendos e as projeções para o Ibovespa.

Petróleo em novo patamar

O CEO da Petrobras afirmou que o petróleo entrou em um novo patamar de US$ 75, mesmo sob incertezas. A commodity foi um dos destaques positivos do semestre, beneficiada por cortes de produção e demanda aquecida. Segundo a Agência Internacional de Energia, os estoques globais recuaram 2% no período.

Empregos nos EUA decepcionam

O setor privado dos EUA criou apenas 98 mil vagas em junho, bem abaixo das expectativas de 160 mil, segundo o ADP. O dado reforçou a percepção de desaceleração econômica e pressionou as bolsas. O índice S&P 500 acumulou alta modesta de 2,3% no semestre, com destaque para ações de tecnologia.

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Dividendos em julho

Allos, Equatorial e Alupar estão entre as empresas que pagam dividendos em julho. O fundo imobiliário MXRF11 confirmou rendimento de 1,02% ao mês, enquanto o BRCO11 pagará o maior dividendo de sua história. A agenda completa foi divulgada pelas companhias.

Ibovespa sob pressão

O Ibovespa futuro recuou 1% nesta quarta-feira, influenciado por pesquisa eleitoral e pelo cenário externo. A XP reduziu a projeção do índice para 200 mil pontos, mas vê dois motivos para otimismo: a queda da inflação e a expectativa de cortes de juros. No semestre, o Ibovespa teve desempenho misto, com altas em setores como energia e baixas em varejo.

Dólar em queda

O dólar caiu quase 6% no semestre, beneficiando o real. Entre os motivos, estão o fluxo de capital estrangeiro para a renda fixa brasileira e a melhora do risco país. Analistas projetam que a moeda americana pode continuar perdendo valor se o Banco Central mantiver os juros elevados.

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