Mercados mistos: Petrobras, FIDCs e bancos no foco do investidor
Mercados mistos: Petrobras, FIDCs e bancos

O mercado financeiro brasileiro apresenta movimentos distintos nesta segunda-feira, com destaque para a Petrobras, que mantém otimismo apesar da queda do petróleo, e os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), que se aproximam de R$ 1 trilhão em patrimônio. Enquanto a Embraer celebra recorde de pedidos, o setor bancário mostra sinais mistos para o segundo trimestre de 2026.

Petrobras: 5 motivos para otimismo com petróleo em baixa

Analistas do mercado apontam cinco razões para manter a confiança na Petrobras mesmo com a desvalorização do petróleo. Entre eles estão a diversificação da companhia, a redução de custos, a política de dividendos robusta, a baixa alavancagem e as perspectivas de longo prazo com a transição energética. "A Petrobras tem capacidade de gerar caixa mesmo em cenários adversos", afirma um relatório de corretora.

FIDCs se aproximam de R$ 1 trilhão e gestores veem espaço para crescer

Os FIDCs atingiram patrimônio próximo de R$ 1 trilhão, impulsionados pela demanda por crédito privado. Gestores destacam que o mercado ainda tem muito potencial de expansão, especialmente com a busca por alternativas à renda fixa tradicional. "Há espaço significativo para crescimento, principalmente em segmentos como crédito imobiliário e agrícola", diz especialista.

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Embraer sobe com recorde de encomendas

As ações da Embraer saltaram após a empresa anunciar uma carteira de pedidos recorde, impulsionada por contratos no segmento de aviação executiva e defesa. O mercado vê possibilidade de novas altas. "A Embraer está bem posicionada para capturar a demanda crescente por aeronaves", comenta analista.

Bancos: quem ganha e quem perde no 2T26?

Santander, BB, Itaú e Bradesco têm perspectivas divergentes para o segundo trimestre. Enquanto alguns se beneficiam da alta da Selic, outros enfrentam pressão em margens. O Itaú é apontado como o mais resiliente, enquanto o Santander pode sofrer com maior exposição a crédito de varejo. "O cenário de juros altos favorece bancos com forte captação a baixo custo", explica analista.

Bolsas europeias fecham em alta, mas Lisboa destoa

As bolsas europeias fecharam em alta, com pausa nas tensões entre EUA e Irã. No entanto, Lisboa registrou queda, pressionada por ações de energia. O índice Stoxx 600 subiu 0,5%, com destaque para o setor de tecnologia.

JPMorgan rebaixa Isa Energia para neutro

O JPMorgan cortou a recomendação da Isa Energia (ISAE4) para neutro, citando menor espaço para valorização após forte alta recente. A ação já acumula ganhos significativos no ano.

Renda fixa: taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP

Na renda fixa, as taxas de CDBs, LCIs e LCAs oferecidas pela XP nesta segunda-feira variam entre 100% e 110% do CDI, com destaque para emissões de bancos médios. A procura por títulos isentos de IR continua elevada.

FII HFOF11 anuncia recompra de cotas

O fundo imobiliário HFOF11 anunciou o segundo programa de recompra de até 5% das cotas em circulação, visando valorizar o papel. A medida é vista como positiva pelos investidores.

IA: Kinea alerta para foco em chips

A Kinea Asset Management afirma que a inteligência artificial é um "grande truque de mágica" e que investidores devem focar em empresas de semicondutores. "O verdadeiro ganho está em quem fornece a infraestrutura", diz gestor.

FGTS: Caixa distribui lucro

A Caixa Econômica Federal começou a distribuir o lucro do FGTS referente ao exercício de 2025. Trabalhadores com saldo nas contas ativas ou inativas têm direito ao crédito, que pode ser consultado no aplicativo FGTS.

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