Mercados: Embraer, WEG e petróleo agitam a semana; política em foco
Mercados: Embraer, WEG, petróleo e política

A semana começa com movimentações importantes nos mercados financeiros, impulsionadas por resultados corporativos e eventos políticos. A Embraer registrou alta após anunciar uma carteira de pedidos recorde, enquanto a WEG recebeu dupla elevação de recomendação para compra, levando suas ações a saltarem. No setor de petróleo, a queda do preço da commodity pressionou Petrobras, PRIO e PetroRecôncavo. No campo político, o governador Romeu Zema foi lançado como pré-candidato à Presidência pelo partido Novo, e a crise diplomática com os Estados Unidos ganhou destaque na corrida eleitoral.

Embraer e WEG lideram altas

As ações da Embraer subiram significativamente após a empresa divulgar que sua carteira de pedidos atingiu um novo recorde, superando expectativas do mercado. De acordo com analistas, o desempenho reflete a forte demanda por aeronaves comerciais e executivas. A WEG, por sua vez, foi elevada de forma dupla para recomendação de compra por um banco de investimentos, que destacou uma “nova fase de crescimento” para a companhia. O movimento impulsionou os papéis, que registraram ganhos expressivos no pregão.

Petróleo em queda penaliza petroleiras

O petróleo operou em baixa acentuada, impactando negativamente as ações de empresas do setor. Petrobras, PRIO e PetroRecôncavo foram os destaques de queda, com perdas que refletem a volatilidade dos preços da commodity. Especialistas apontam que a redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio e a preocupação com a demanda global pressionam as cotações.

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FIDCs se aproximam de R$ 1 trilhão

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) estão prestes a atingir a marca de R$ 1 trilhão em patrimônio, segundo dados de mercado. Gestores veem amplo espaço para crescimento, mesmo com os desafios regulatórios e de liquidez. O avanço é impulsionado pela busca por alternativas de crédito e pela diversificação das carteiras dos investidores.

Política: Zema candidato e crise com EUA

No cenário político, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi oficializado como candidato à Presidência pelo partido Novo, sem alianças com outras legendas e sem vice definido. A decisão ocorre em meio a uma crise diplomática com os Estados Unidos, que entrou na pauta da corrida presidencial, conforme pesquisa AtlasIntel. Quase 90% dos deputados federais pretendem disputar a reeleição, aponta levantamento, indicando alta renovação no Congresso.

Outros destaques do mercado

O Morgan Stanley rebaixou as ações de BB Seguridade, Caixa Seguridade e Porto Seguro, levando-as a cair. A Vale sofreu corte de recomendação pelo Goldman Sachs, que vê poucos gatilhos no curto prazo. No setor de energia, a Isa Energia foi rebaixada pelo JPMorgan para neutro. Por outro lado, a Ultrapar atingiu máxima histórica, enquanto a Engie aproximou-se de níveis de sobrevenda, segundo indicadores técnicos.

No mercado de câmbio, o dólar operou volátil, com investidores monitorando as falas do presidente argentino Javier Milei contra Lula e Moraes, que ganharam destaque na imprensa internacional. A economia de Trump continua sendo analisada como uma história de choques e resiliência, com sinais de estagnação.

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