Inadimplência de aluguel cresce nas faixas extremas de preço
Inadimplência de aluguel cresce nas faixas de até R$ 1 mil e acima de R$ 13 mil

A inadimplência de aluguel no Brasil manteve-se estável em maio, registrando 3,22%, com leve alta em comparação a abril. O destaque fica por conta do aumento nas faixas de até R$ 1 mil e acima de R$ 13 mil, especialmente no segmento residencial. O Nordeste lidera em inadimplência regional.

Análise por faixa de preço

Os dados mostram que os inquilinos com aluguéis mais baixos, até R$ 1 mil, e os mais altos, acima de R$ 13 mil, estão enfrentando maiores dificuldades para pagar em dia. Enquanto isso, as faixas intermediárias apresentaram relativa estabilidade.

Nordeste em destaque

Regionalmente, o Nordeste apresenta a maior taxa de inadimplência, superando a média nacional. Especialistas apontam que fatores como renda média mais baixa e maior informalidade no mercado de trabalho contribuem para o cenário.

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Perspectivas para 2026

Especialistas aconselham cautela, observando que a inflação e os juros podem afetar o pagamento dos inquilinos ao longo de 2026. A combinação de preços elevados e custos de crédito pode pressionar ainda mais as famílias de baixa renda, além de impactar os contratos de alto padrão.

O mercado de aluguel por temporada também gera debates. Na Zona Sul do Rio, por exemplo, condomínios têm adotado regras próprias para lidar com a prática, enquanto a convenção de cada edifício dita as regras.

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