Dólar forte retorna: como mercado reage e ações que ganham
Dólar forte retorna: mercado reage e ações que ganham

O dólar forte está de volta, impulsionado por tensões geopolíticas no Oriente Médio e renovados temores de inflação. O Ibovespa intensificou perdas após o ex-presidente Donald Trump anunciar a retomada do bloqueio naval ao Irã, enquanto o Bitcoin cai com a alta do petróleo. O mercado monitora de perto os desdobramentos da guerra e os balanços corporativos.

Trump retoma bloqueio ao Irã e petróleo dispara

Donald Trump anunciou a retomada do bloqueio naval ao Irã, e os EUA cobrarão 20% sobre cargas que passarem pelo Estreito de Ormuz. O Irã rejeitou o controle americano sobre a rota e ameaçou retaliação militar. A medida elevou os preços do petróleo, pressionando ativos de risco como o Bitcoin e ações de tecnologia.

Ibovespa e mercados globais reagem

O Ibovespa opera em queda, mirando 181 mil pontos, enquanto o dólar esbarra em resistência. As bolsas europeias fecharam perto da estabilidade, com foco no Irã e no avanço do petróleo. O Nasdaq e o S&P 500 perderam força, impactados pela guerra e pelos balanços.

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Bancos elevam apostas em Vibra e Ultrapar

Em meio à turbulência, bancos elevaram as apostas em ações de Vibra e Ultrapar, com margens acima do esperado. As ações sobem no pregão. O JPMorgan reiterou preferência por Suzano (SUZB3) em meio a riscos climáticos do El Niño.

Bitcoin cai com temor de inflação

O Bitcoin recuou com a alta do petróleo e o temor renovado de inflação. Criptomoedas são sensíveis a expectativas de juros mais altos, que podem reduzir a liquidez do mercado.

Onde investir com dólar forte

Analistas indicam que a temporada do 2º trimestre pode reforçar a aposta em Bolsa brasileira barata, segundo o Bradesco BBI. A XP mantém otimismo com o PIB e prevê dólar a R$ 5,00. Para a renda fixa, há recomendações de CDBs, LCIs e LCAs. O Goldman Sachs vê fim gradual da dependência de Ormuz com expansão de oleodutos na região.

Impacto na América Latina

A Cepal aponta que o maior impacto da guerra para a América Latina e Caribe foi na inflação. O Brasil também enfrenta desafios fiscais, com a defasagem do Simples Nacional virando aumento disfarçado de imposto.

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