CazéTV pode tornar eventos esportivos gratuitos no futuro, diz Itaú
CazéTV pode tornar eventos esportivos gratuitos, diz Itaú

Com coberturas feitas gratuitamente pelo YouTube, Casimiro Miguel, dono da CazéTV, tem revolucionado o ramo das transmissões de grandes eventos esportivos no Brasil. Muito já foi falado e escrito sobre o fenômeno da CazéTV e da Live Mode. Mas uma coisa passa ao largo de todo buzz: o que efetivamente representa o sucesso do canal recente e, principalmente, nas transmissões da Copa do Mundo de 2026 até o momento quando se olha para o futuro. A resposta é uma só: o torcedor, ou entusiasta por esporte, não vai mais precisar pagar para assistir de casa um evento esportivo de qualidade, como o próprio mundial de futebol ou as Olimpíadas, por exemplo.

A conclusão faz parte de extenso relatório publicado pelo Itaú sobre a relação dos esportes com a mídia. Sob o título ‘Esportes e mídia: Onde plataformas, anúncios e conteúdos ao vivo se encontram’, o documento tem 26 páginas e em determinado momento trata a CazéTV como ‘jóia da coroa’ e afirma: “Espera-se também que o evento (Copa do Mundo de 2026) reforce a lógica comercial de um modelo gratuito, liderado por criadores e financiado por publicidade, no qual transmissões ao vivo, clipes em redes sociais, interações de marcas e o engajamento da comunidade expandem o inventário disponível para anunciantes”.

Para nós, isso significa assistir tudo de graça, sem a necessidade de pagar canais de streaming para acessar grandes eventos esportivos no futuro, como por exemplo as ligas de futebol da Inglaterra e da Espanha ou a NBA e a NFL, os dois maiores torneios esportivos dos Estados Unidos e acompanhados por milhares de pessoas em todo o mundo. A CazéTV e o YouTube, segundo relatórios públicos mencionados pelo Itaú no documento, indicam que foram vendidas para o evento onze cotas de patrocínio, com receita total de aproximadamente R$ 2 bilhões.

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Esse número conversa, mas é mais importante do que os 12,7 milhões de dispositivos conectados no pico da transmissão da partida entre a Seleção Brasileira e a equipe do Marrocos, a estreia do País na Copa do Mundo de 2026. O relatório destaca ainda que a CazéTV já havia comprovado quatro anos antes, no mundial do Catar, que eventos esportivos de qualidade podiam atrair audiências massivas: a partida entre Brasil e Croácia, pelas quartas de final do torneio, foi acompanhada por 6 milhões de espectadores simultâneos.

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