O Brasil caiu sete posições no Ranking de Competitividade 2026 do IMD, retornando ao pior nível dos últimos anos. O país ficou em 65º lugar entre 70 nações, perdendo posições em todos os pilares avaliados. O ranking analisa a capacidade dos países de criar e manter condições favoráveis para que empresas operem de forma produtiva e eficiente, gerando riqueza e competindo nos mercados nacional e internacional.
Desafios na gestão pública e crescimento sustentável
A queda é atribuída a fatores como juros altos e instabilidade econômica, que elevam o custo de capital e afetam a eficiência empresarial. Apesar disso, o Brasil manteve pontos fortes em geração de empregos, atração de investimentos, empreendedorismo e energia renovável.
Desempenho nos pilares avaliados
O país perdeu terreno em todos os quatro pilares do ranking: desempenho econômico, eficiência do governo, eficiência dos negócios e infraestrutura. A piora foi mais acentuada nos indicadores de eficiência do governo e infraestrutura, refletindo desafios estruturais.
Perspectivas para o futuro
Especialistas apontam que, para reverter a trajetória, o Brasil precisa de reformas que melhorem o ambiente de negócios, reduzam a burocracia e promovam maior estabilidade econômica. A competitividade é essencial para atrair investimentos e impulsionar o crescimento sustentável a longo prazo.



