FIDCs se aproximam de R$ 1 trilhão: mercado vê espaço para crescer
Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) estão prestes a atingir a marca de R$ 1 trilhão em patrimônio líquido, segundo dados do mercado. Gestores apontam que ainda há muito espaço para expansão, impulsionados pela busca por rendimento em um cenário de juros elevados. O crescimento tem sido acelerado, com destaque para operações estruturadas e crédito privado.
Ibovespa sobe com alívio geopolítico, mas commodities limitam ganhos
O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, recuperando os 175 mil pontos, impulsionado pela expectativa de um alívio nas tensões entre Estados Unidos e Irã. No entanto, o avanço foi limitado pela queda das commodities, que pressionou ações de petroleiras como a Petrobras (PETR4). O dólar também subiu no dia, refletindo a cautela do mercado internacional.
WEG recebe dupla elevação e ações saltam
A WEG (WEGE3) foi duplamente elevada para recomendação de compra por analistas, que citam uma “nova fase de crescimento” para a empresa. Com isso, as ações da companhia saltaram no pregão. A WEG também anunciou um contrato com a Engie para ampliação da usina hidrelétrica Jaguara, reforçando sua atuação no setor de energia.
JBS e Marfing sobem com reabertura da fronteira dos EUA ao gado mexicano
As ações da JBS e da Marfrig registraram forte alta após a reabertura da fronteira dos Estados Unidos ao gado mexicano. O movimento deve beneficiar as empresas brasileiras do setor de carnes, que ampliam suas exportações para o mercado norte-americano.
Vale: Goldman corta recomendação para neutro
A Vale (VALE3) foi rebaixada pelo Goldman Sachs de compra para neutro, com o banco afirmando que há poucos gatilhos no curto prazo para a ação. Com isso, o papel fechou em queda. O cenário de incertezas sobre a demanda chinesa e os preços do minério de ferro pesa sobre a mineradora.
Bancos: quem ganha e quem perde no 2T26?
Uma análise do mercado financeiro avalia o desempenho dos grandes bancos brasileiros no segundo trimestre de 2026. Santander, BB, Itaú e Bradesco apresentam resultados mistos, com algumas instituições ganhando participação e outras perdendo espaço. A competição por crédito e eficiência operacional continua acirrada.
Focus reduz projeção para inflação de 2026 pela 4ª semana seguida
O relatório Focus do Banco Central mostrou nova redução na projeção para a inflação de 2026, pela quarta semana consecutiva. O mercado agora espera uma inflação mais baixa, o que pode abrir espaço para cortes na Selic no futuro. No entanto, o impulso fiscal mais que dobrou em três meses, pressionando a inflação e a taxa de juros, segundo a FGV.



