A conta de luz continuará mais cara em julho. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira amarela, que representa um custo extra de R$ 1,89 para cada cem quilowatts-hora (kWh) consumidos. Esse acréscimo está em vigor desde abril.
Motivo da bandeira amarela
A bandeira amarela é acionada geralmente quando o país enfrenta um período seco, com redução do nível dos reservatórios das hidrelétricas. Para compensar, é necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo mais alto de operação.
Valores das bandeiras tarifárias
O sistema de bandeiras da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Confira os custos extras por megawatt-hora (MWh) ou a cada 100 kWh:
- Bandeira verde (condições favoráveis): sem custo extra.
- Bandeira amarela (condições menos favoráveis): R$ 18,85 por MWh (R$ 1,88 a cada 100 kWh).
- Bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis): R$ 44,63 por MWh (R$ 4,46 a cada 100 kWh).
- Bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis): R$ 78,77 por MWh (R$ 7,87 a cada 100 kWh).
Impacto para o consumidor
Com a bandeira amarela, o consumidor paga cerca de R$ 1,89 a mais a cada 100 kWh. Para evitar gastos maiores, a recomendação é economizar energia elétrica em casa. Se a situação hídrica se agravar, a Aneel pode acionar a bandeira vermelha, que é ainda mais cara.



