O presidente do Atlético-GO, Adson Batista, admitiu que o clube foi 'ingênuo' ao negociar com o meia-atacante uruguaio Alejo Cruz em 2025, resultando em um transfer ban da Fifa que impede o registro de novos jogadores. O Dragão corre contra o tempo para quitar a dívida e regularizar seus reforços.
Reforços impedidos de atuar
Três caras novas já treinam, mas não podem jogar: os volantes Netinho e Henrique Freitas e o atacante João Pedro. Além deles, o volante Daniel Peixoto, de 29 anos, e o atacante Gustavo Maia, de 25, também foram contratados e aguardam regularização.
'Isso (transfer ban) nunca tinha acontecido com o Atlético-GO. O Atlético-GO foi ingênuo. Focamos na nossa vida no dia a dia, fizemos um acordo com ele (Alejo Cruz) e no dia de assinar ele foi embora sem dar satisfação. Entendíamos que tínhamos um direito bom, mas caiu lá na Fifa é sempre bom para o lado do jogador. Vamos ter que resolver o problema', afirmou Adson Batista.
Acordo e parcelamento
Segundo o dirigente, o clube já chegou a um acordo com os representantes de Alejo Cruz para quitar a dívida, mas busca flexibilizar o pagamento. 'Já temos um valor e a possibilidade de depositar na Justiça do Trabalho via CBF. Mas aí tem que ser à vista. Eu preciso de um parcelamento para o clube não ficar engessado e poder cumprir o seu orçamento', explicou.
A janela extraordinária da CBF para a Série B está aberta desde 6 de julho e termina no dia 17. A última janela do ano será aberta em 20 de julho, com prazo até 11 de setembro para regularizar jogadores.



