A Telefônica Brasil começou a receber ofertas pelos imóveis que integravam a antiga concessão de telefonia fixa. O processo de venda, conduzido pela consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle (JLL), envolve um portfólio de mais de 1.200 propriedades distribuídas por todo o país.
Detalhes da venda
Segundo a empresa, os imóveis incluem terrenos, edifícios comerciais e centrais de telefonia que não são mais utilizados nas operações atuais. A expectativa é arrecadar aproximadamente R$ 500 milhões com a alienação desses ativos. "A venda desses imóveis está alinhada com nossa estratégia de focar em ativos essenciais para o negócio", afirmou o diretor financeiro da Telefônica Brasil, em comunicado oficial.
Impacto para a empresa
A desmobilização dos ativos imobiliários faz parte do plano de eficiência operacional da operadora, que busca reduzir custos com manutenção e impostos. Além disso, os recursos obtidos serão utilizados para investimentos em redes de fibra óptica e 5G. A conclusão do processo de venda está prevista para o primeiro semestre de 2027.
Contexto regulatório
A concessão fixa foi extinta em 2020, e desde então a empresa vem reavaliando seu portfólio de propriedades. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi informada sobre o processo, mas não há necessidade de autorização prévia. A Telefônica Brasil destaca que a venda não afeta a prestação de serviços aos clientes.



