Esqueça as seleções. O marketing desta Copa do Mundo é sobre ídolos. A 'kardashianização' da publicidade chega aos esportes, com Nike e Adidas priorizando atletas celebridades em detrimento dos times.
Nike e Adidas intensificam rivalidade na Copa
Na Copa do Mundo, Nike e Adidas intensificam a disputa por dominância no marketing esportivo, usando celebridades para atrair atenção. A Nike, com seu anúncio 'Rip the Script', foca em Kylian Mbappé e colaborações fashion para aumentar vendas, enquanto a Adidas, com 'Backyard Legends', aposta em seu legado no futebol e expansão nos EUA. Ambas buscam converter visibilidade em vendas, em meio a uma competição acirrada no mercado.
Adidas patrocina 14 seleções, mas usa ator
A Adidas patrocina 14 seleções, mas usou o ator Timothée Chalamet na sua principal propaganda para a Copa. A estratégia reflete a tendência de usar personalidades de fora do esporte para ampliar o alcance das campanhas.
Enquanto isso, a Nike aposta em Mbappé como rosto da marca, combinando futebol e moda para atrair um público mais jovem e engajado nas redes sociais. As duas gigantes do esporte disputam não apenas vendas, mas também relevância cultural.
A 'kardashianização' do marketing esportivo significa que os atletas são tratados como celebridades, com foco em sua imagem pessoal e parcerias comerciais, em vez de sua ligação com a seleção nacional. Isso reflete uma mudança no comportamento do consumidor, que se identifica mais com indivíduos do que com instituições.
Especialistas apontam que essa abordagem pode ser mais eficaz para engajar audiências fragmentadas, mas também levanta questões sobre o futuro do patrocínio esportivo tradicional.



