LCI e LCA rendem menos; investidor precisa de atenção redobrada
LCI e LCA rendem menos; investidor precisa de atenção

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), conhecidas por sua isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, estão perdendo atratividade. Com a queda das taxas de juros futuros, esses papéis passaram a render menos, exigindo do investidor uma análise mais criteriosa antes de aplicar.

Rentabilidade em queda

Historicamente, LCI e LCA ofereciam prêmios elevados sobre o CDI, mas o cenário mudou. Atualmente, muitos títulos pagam entre 85% e 95% do CDI, o que, mesmo com isenção fiscal, pode não compensar o risco de crédito de alguns emissores. Especialistas apontam que, com a Selic em queda, a vantagem tributária perde força diante de alternativas como Tesouro Direto e CDBs de bancos médios.

Cuidados redobrados

A recomendação é verificar a classificação de risco do banco emissor e o prazo de vencimento. Além disso, é importante comparar a rentabilidade líquida com outros investimentos isentos ou tributados. A diversificação continua sendo a melhor estratégia para evitar concentração em um único tipo de ativo.

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Para quem busca segurança, as LCIs e LCAs de bancos grandes ainda são opções sólidas, mas com rendimentos menores. Já os investidores dispostos a assumir mais risco podem encontrar boas oportunidades em emissões de instituições menores, desde que avaliem cuidadosamente o emissor.

Em resumo, o momento exige atenção redobrada: não basta olhar apenas para a isenção fiscal, mas sim para o retorno real após inflação e impostos, considerando o perfil de risco de cada investidor.

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