CDBs, LCIs e LCAs: veja as taxas de renda fixa na XP hoje
CDBs, LCIs e LCAs: taxas de renda fixa na XP hoje

A plataforma da XP apresenta, nesta quinta-feira (11), uma série de oportunidades em renda fixa bancária. Entre os destaques estão CDBs com taxas prefixadas de até 15,350% ao ano para vencimentos superiores a 12 meses. Já os títulos atrelados à inflação oferecem até IPCA+ 8,250% em um ano, enquanto os pós-fixados chegam a 106% do CDI para prazos acima de 12 meses.

LCAs e LCIs disponíveis

As LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) contam com taxas pós-fixadas de até 87% do CDI para vencimentos acima de um ano. Já as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) indexadas à inflação atingem até IPCA+ 6,800% para mais de 12 meses, e as pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em um ano.

Ofertas específicas do dia

  • CDB Banco XP S.A.: Taxa de 100% do CDI, vencimento em junho de 2028.
  • CDB Fibra: Taxa prefixada de 14,900% a.a., vencimento em junho de 2028.
  • LCA BNDES: Taxa de 81,5% do CDI, vencimento em setembro de 2028.

Para investir em CDBs, LCIs e LCAs, acesse a conta na XP e confira uma lista completa com mais de mil opções de ativos. As ofertas na plataforma são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (11).

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Cenário de renda fixa

Os juros futuros tiveram um dia volátil e fecharam em leve baixa nesta quarta-feira (10), após reverterem a tendência de alta observada na primeira parte do pregão. O movimento foi interpretado como uma correção técnica, após o estresse recente que levou as taxas a se aproximarem de 15%.

Na abertura, a curva subiu em bloco, reagindo ao aumento das tensões no Oriente Médio, com novos ataques dos Estados Unidos ao Irã e declarações mais duras do presidente Donald Trump. O cenário também pressionou o petróleo, reforçando preocupações inflacionárias e elevando os prêmios de risco.

Ao longo da tarde, os juros passaram a ceder de forma moderada, sem um gatilho específico, em linha com um ajuste após as altas recentes. O movimento foi mais visível na ponta curta, que devolveu entre 3 e 4 pontos-base, refletindo uma acomodação após a forte reprecificação da trajetória da Selic.

Os vértices intermediários e longos apresentaram comportamento mais estável, rondando os níveis de ajuste durante boa parte do dia e fechando com leves recuos. A menor intensidade do movimento indica que os prêmios de risco seguem elevados, mesmo com a correção pontual.

No pano de fundo doméstico, a piora das expectativas para inflação e juros continua sustentando a curva, com revisões recentes indicando uma Selic terminal mais alta e maior probabilidade de interrupção do ciclo de cortes. Dados políticos também adicionaram cautela ao mercado.

Assim, a curva mantém inclinação elevada, com os juros curtos mais sensíveis à política monetária e os longos ainda pressionados por riscos fiscais, externos e inflacionários — fatores que limitam uma devolução mais consistente das taxas.

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