Glebas viram ativo de previsibilidade no interior, diz Fauze Skaff
Glebas: ativo de previsibilidade no interior, diz Fauze Skaff

O desenvolvimento imobiliário de glebas deixou de ser uma aposta de paciência para se consolidar como uma classe de ativo com lógica própria de risco e retorno. Para Fauze Youssef Skaff, presidente da Skaff Construtora, o diferencial competitivo não está no asfalto, mas na engenharia jurídica e na previsibilidade que antecede a primeira máquina.

Transformação do mercado de glebas

Segundo Skaff, a terra bruta, antes vista como um investimento de longo prazo e alta incerteza, agora atrai investidores que buscam previsibilidade e retornos ajustados ao risco. “O que mudou foi a profissionalização do setor. Hoje, temos processos claros de due diligence, regularização fundiária e licenciamento ambiental que reduzem incertezas”, afirma.

Engenharia jurídica como diferencial

O executivo destaca que a chave para o sucesso está na estruturação jurídica dos projetos. “Não adianta ter o melhor projeto de engenharia se a base fundiária não está segura. A previsibilidade começa com a documentação correta e o respeito às normas ambientais e urbanísticas”, explica.

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Interior como polo de desenvolvimento

As glebas localizadas no interior do Brasil têm se destacado, impulsionadas pelo crescimento de cidades médias e pela demanda por habitação e lazer. Skaff ressalta que “o interior oferece custos mais baixos e potencial de valorização, mas exige conhecimento local e paciência para o desenvolvimento”.

Perspectivas para o setor

Com a consolidação desse mercado, a Skaff Construtora projeta expansão de seus projetos em glebas nos próximos anos. “Estamos vendo um movimento de institucionalização do setor, com fundos e investidores institucionais entrando nessa classe de ativo”, conclui Skaff.

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