Expectativa econômica para Copa Feminina 2027 no Brasil
Expectativa econômica para Copa Feminina 2027

A Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil, já gera expectativas econômicas significativas. De acordo com um estudo encomendado pelo Ministério do Esporte, o evento pode injetar cerca de R$ 5 bilhões na economia brasileira. A previsão é que o torneio atraia aproximadamente 1,5 milhão de turistas, entre nacionais e estrangeiros, movimentando setores como hotelaria, alimentação e transporte.

Impacto no turismo e na geração de empregos

O estudo aponta que a competição deve gerar mais de 100 mil empregos temporários e permanentes, especialmente nas cidades-sede. Entre elas, estão previstas capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. A expectativa é que a ocupação hoteleira atinja 90% durante os jogos, com diárias médias superiores a R$ 400.

Além disso, o evento deve impulsionar o turismo em regiões menos tradicionais, como o Nordeste, que receberá partidas em Recife e Salvador. O governo federal estima que a Copa Feminina 2027 terá um efeito multiplicador na economia, beneficiando desde pequenos comerciantes até grandes redes de serviços.

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Investimentos em infraestrutura e legado

Para sediar o torneio, o Brasil precisará investir em melhorias em estádios, aeroportos e mobilidade urbana. O ministro do Esporte, André Fufuca, afirmou que 'a Copa Feminina é uma oportunidade única para modernizar nossa infraestrutura esportiva e deixar um legado para o futebol feminino'. Cerca de R$ 1,2 bilhão será destinado a obras, parte financiada pelo BNDES.

O legado inclui a reforma de estádios como o Maracanã e o Mineirão, além da construção de centros de treinamento que poderão ser usados por atletas após o evento. A expectativa é que o número de praticantes de futebol feminino no país cresça 30% até 2030.

Comparação com edições anteriores

A edição de 2023, na Austrália e Nova Zelândia, gerou um impacto econômico de cerca de US$ 1,3 bilhão. No Brasil, a expectativa é superar esse valor devido ao maior potencial turístico e à paixão nacional pelo futebol. 'Temos todas as condições de fazer uma Copa histórica, tanto no aspecto esportivo quanto econômico', destacou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.

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