Consórcio imobiliário deve crescer 25% em 2026, aponta ABAC
Consórcio imobiliário: crescimento de 25% em 2026

O consórcio imobiliário deve crescer acima de 25% em 2026, impulsionado pela fuga do custo do financiamento tradicional, conforme projeção da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). A modalidade tem atraído cada vez mais brasileiros que buscam alternativas ao financiamento imobiliário, cujas taxas de juros elevadas e burocracia têm afastado compradores.

Cenário atual do financiamento imobiliário

O financiamento tradicional, apesar de ser a opção mais conhecida, enfrenta desafios como taxas de juros que podem ultrapassar 10% ao ano, além de exigências como entrada mínima de 20% a 30% do valor do imóvel. Isso torna o sonho da casa própria mais distante para muitas famílias. Em contrapartida, o consórcio oferece uma alternativa sem juros, com taxa de administração e correção anual.

Vantagens do consórcio imobiliário

Segundo a ABAC, o consórcio imobiliário tem se destacado por sua acessibilidade. O participante paga parcelas mensais e, por meio de sorteios ou lances, pode ser contemplado antes do prazo final. Não há entrada obrigatória, e o valor total do crédito é corrigido anualmente, o que protege o poder de compra. A projeção de crescimento acima de 25% em 2026 reflete a tendência de migração para essa modalidade.

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Comparação: consórcio vs. financiamento

No financiamento, o comprador paga juros sobre o saldo devedor, o que encarece o imóvel ao longo do tempo. Já no consórcio, não há juros, mas sim taxa de administração (em média 15% a 20% sobre o valor do crédito) e correção anual. Para quem tem pressa, o financiamento pode ser mais adequado, pois permite a compra imediata. Para quem pode esperar e quer economia, o consórcio é vantajoso.

Impacto no mercado imobiliário

O crescimento do consórcio deve movimentar bilhões de reais no setor, aquecendo a construção civil e facilitando o acesso à moradia. A ABAC destaca que a modalidade já representa uma parcela significativa das vendas de imóveis no país, e a tendência é de expansão.

Para quem está em dúvida, a recomendação é analisar o momento financeiro pessoal: se há urgência, financiamento; se há paciência e disciplina, consórcio. Ambas as opções têm prós e contras, mas a fuga do custo do financiamento tradicional tem impulsionado o consórcio como uma alternativa cada vez mais popular.

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